Tendência #2 da UiPath para 2026: Finalmente, o ROI da IA
- DKR Tecnologia
- há 5 dias
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Confira agora o que a Tendência #2 da UiPath para 2026: Finalmente, o ROI da IA.
Este artigo segue a série de aprofundamentos das Tendências de IA e Automação Inteligente com Agentes da UiPath para 2026.
A Tendência #2 da UiPath para 2026 consolida uma virada importante: saímos da fase de exploração e entramos na fase de comprovação. Se 2025 foi marcado por pilotos e experimentações com agentes de IA, 2026 inaugura um ciclo de maior maturidade, no qual tecnologia só se sustenta quando entrega impacto financeiro claro e mensurável.
Nesse novo cenário, a discussão deixa de ser sobre possibilidades e passa a ser sobre performance. Escala, eficiência operacional e retorno financeiro tornam-se critérios centrais de decisão. Organizações que desejam capturar valor real precisarão combinar ambição tecnológica com disciplina de execução, métricas consistentes e governança estruturada.
Tendência #2 Finalmente, o ROI da IA
A seguir, indicamos por que a geração de ROI deixou de ser uma expectativa futura e se tornou uma exigência imediata, além dos movimentos concretos que líderes precisam iniciar agora. Mais do que compreender o impacto da IA baseada em agentes, trata-se de estruturar decisões, métricas e prioridades para transformar potencial em resultado tangível e vantagem competitiva sustentável.
2026: o ano do “mostre-me o dinheiro”
Depois da onda de experimentação em 2025, chega o momento da verdade.
Empresas não querem mais apenas testar agentes.
Querem escala.
Querem eficiência.
Querem retorno financeiro comprovado.
O foco sai da experimentação.
E entra na geração de valor mensurável.
73% dos executivos preveem que seus projetos baseados em agentes entregarão valor em até 12 meses. KPMG, AI Quarterly Pulse Survey, Q3 2025.
A promessa já foi feita.
Agora vem a entrega.
Não pense pequeno demais.
Se você focar em resolver os problemas realmente difíceis, o resultado pode ser muito maior. Daniel Dines, CEO da UiPath, no FUSION 2025.
O que os líderes precisam fazer agora:
Priorizar onde o impacto é maior
Focar em processos de alto custo, alta fricção e alto potencial de ganho.
Estruturar para escalar
Desenhar para escala enterprise desde o princípio.
Medir o que gera valor real
ROI, eficiência operacional e impacto financeiro.
Orquestrar com governança
Integrar agentes, automação e pessoas em um modelo coordenado, com controle e observabilidade.
E essa é apenas uma das mudanças em curso
A Tendência #2 mostra por que 2026 será o ano do ROI com agentes.
As próximas tendências detalham como transformar ambição em performance e performance em liderança competitiva.
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